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Immigration in her hands:
Arizona Governor emerges as Obama’s top DHS
By Emanuela p. Lima

Janet Napolitano was re-elected to a second term as governor of Arizona
in 2006, a state whose border
with Mexico is the country’s busiest crossing
point for illegal immigrants
Arizona’s Janet Napolitano, a border-state governor who lives and breathes the often-heated immigration debate, has a history of calling on the federal government to take action in resolving the issue. If, as expected, she is officially offered the cabinet position as Secretary of the U.S. Department of Homeland Security (DHS), Napolitano will be taking on the problem herself.
The DHS is one of the most complex factions of U.S government. It was created in 2001, in the wake of the Sept. 11, 2001, terror attacks, to protect, prepare for, prevent, and respond to domestic emergencies, particularly terrorism. The agency is responsible for airport security, federal disaster response, and immigration matters.
On March 1, 2003, DHS absorbed the former United States Immigration and Naturalization Service Department (INS) and assumed its duties. In doing so, it divided the enforcement and services functions of the former INS into two separate and new agencies – U.S. Immigration and Customs Enforcement and U.S. Citizenship and Immigration Services.
All of the above will be the responsibilities of the new secretary.
Napolitano, 51, is a former state and federal prosecutor and the first woman in the nation’s history to serve as U.S. Attorney, a state attorney general and governor in succession. She was re-elected to a second term as governor of Arizona in 2006, a state whose border with Mexico is the country’s busiest crossing point for illegal immigrants, and she is known for her “practical” but double edged approach to immigration.
Napolitano has pleased and irritated both the left and the right in her nearly six years as a Democratic governor in a Republican-leaning state, which may very well be the reason she has caught the eye of President-elect Barack Obama’s transition team to fill the position. She has regularly taken centrist positions, such as supporting strong steps to prevent new illegal migration across the border into Arizona, while opposing most measures that would punish immigrants already living and working in the state illegally.
During her first term as governor of Arizona, she vetoed nearly 60 bills, a large number of them immigration related.
Bills she has vetoed include one that denied in-state tuition and day care for undocumented immigrants, which was similar to Connecticut Senate bill that was overwhelmingly accepted. In a letter to the Speaker of the Arizona House of Representatives, the governor stated, “This bill goes too far by punishing even long time residents of this state who were brought here as small children by their parents.”
She also vetoed a bill making English the official state language, a piece of legislation that would have officially rejected the “Matricula Consular” card, issued by the Mexican government, a valid form of identification, as well as a statewide ICE partnership agreement that would have required local police to enforce immigration laws by arresting people living in the state illegally. In February 2008, this type of measure was adopted at the municipal level in Danbury, Conn.
While her critics refer to her as a “best friend to illegal immigrants,” the governor has remained popular with Arizona voters. She was re-elected two years ago by nearly a 2 to 1 ratio, and her approval rating is well over 70 percent.
The numbers also reflect the other edge to her leadership with regard to the immigration issue. Napolitano showed skepticism in building a fence along the U.S.-Mexico border as a solution to the problem of illegal immigration.
Instead, she was the first governor to call in the National Guard to beef up border patrols. She once said, “You build a 50-foot wall, somebody will find a 51-foot ladder.”
In addition, her state passed a law last year that requires all Arizona businesses to use the federal online database, E-Verify, a cornerstone of the Bush Administration’s immigration policy, to confirm that new hires have valid Social Security numbers and are eligible for employment.
Whether on a local or national level the reaction to her nomination appears to be positive but yet for very different reasons.
For Elise Marciano, President of U.S. Citizens for Law Enforcement, a group based in Danbury, “She seems to be aware of the problems at the border. It is better than the one we have,” she said, adding, “We need border security – that’s what we need in this country.”
n a national level, directors of The American Immigration Law Foundation (AILF) and Immigration Policy Center (IPC), two organizations that advocate comprehensive immigration reform with room for legalization, issued a joint statement applauding the selection of the governor as Secretary of (DHS) nominee, saying, “Napolitano has been a leading voice for comprehensive immigration reform, including improved border security measures and a system to bring undocumented immigrants ‘out of the economic shadows.’”
Governadora do Arizona será
Secretária de Segurança Nacional
Janet Napolitano, Governadora do Arizona que vive e participa dos freqüentes debates intensos sobre imigração, é conhecida por requesitar ao governo federal que tome uma ação para solucionar esta questão. Se, como esperado, ela for convidada a assumir o cargo de Secretária do Departamento de Segurança Nacional dos EUA (DHS), Napolitano estará cuidando deste problema pessoalmente.
O DHS é um dos setores mais complexos do governo dos EUA. Criado em 2001, após os ataques de 11 de Setembro, para proteger, preparar-se e responder à situações de emergências domésticas, principalmente terrorismo. O órgão é responsável pela segurança nos aeroportos e respostas a disastres federais e assuntos imigratórios.
No dia 1 de março de 2003, o DHS incorporou o antigo Departamento de Serviços de Imigração e Naturalização dos Estados Unidos (INS), assumindo suas funções. Com isso, os trabalhos de reforço e serviços do ex-INS foram divididos entre dois órgãos distintos e novos – a Imigração e Reforço das Leis Alfandegárias dos EUA e os Serviços de Cidadania e Imigração.
Todas as tarefas descritas acima serão responsabilidade do novo secretário. Napolitano, 51, é ex-promotora estadual e federal, a primeira mulher na história da nação a servir no cargo de Secretária de Justiça dos EUA, procuradora-geral do estado e posteriormente governadora. Ela foi reeleita para um segundo mandato como governadora do Arizona em 2006, estado cuja fronteira com o México é um dos pontos mais movimentados de travessias para imigrantes ilegais. Napolitano também é conhecida pela sua atitude “prática” porém ambígüa em relação à imigração.
Napolitano tem agradado e irritado ambos, esquerda e a direita, em seus quase seis anos de governo Democrata em um estado com tendências Republicanas, o que pode até ser a razão dela ter atraído a atenção da equipe de transição do Presidente eleito Barack Obama para assumir o cargo.
Ela tem regularmente assumido posições centristas, como apoiar medidas fortes para prevenir nova imigração ilegal na fronteira do Arizona, enquanto se opõe à maioria das propostas que puniriam os imigrantes que já residem e trabalham no estado ilegalmente.
Durante seu primeiro mandato como Governadora do Arizona, ela vetou cerca de 60 projetos de lei, grande parte dos quais eram relacionados com imigração.
Entre as legislações que ela vetou está uma que negava o direito de imigrantes indocumentados pagarem o mesmo preço na faculdade que estudantes que residiam no estado assim como creches, proposta que era similar à do Senado de Connecticut que foi fortemente aceita. Em carta ao Porta-Voz da Câmara dos Representantes do Arizona, a governadora declarou, “Esta legislação vai longe demais, punindo até mesmo residentes que estão no estado a muito tempo que vieram para cá pequenos trazidos pelos pais”.
Ela também vetou um projeto de lei que fazia do inglês a língüa oficial do estado, uma legislação que teria oficialmente rejeitado a carteira de “Matrícula Consular” emitida pelo governo mexicano, uma forma de identificação válida, assim como uma parceria entre o Estado e o ICE que exigiria que policiais locais aplicássem leis imigratórias, prendendo pessoas que moravam no estado ilegalmente. Em fevereiro de 2008, este tipo de medida foi adotada em nível municipal em Danbury, Conn.
Enquanto seus críticos referem-se à ela como “melhor amiga dos imigrantes ilegais”, a governadora continua sendo popular com os eleitores do Arizona. Ela foi reeleita dois anos atrás por uma vantagem de 2 votos por 1, e seu índice de aprovação é acima de 70 por cento.
Os números também refletem o outro extremo de sua liderança em relação à questão imigratória. Napolitano mostrou hesitação em construir uma cerca ao longo da fronteira dos EUA com o México como solução para o problema da imigração ilegal.
Ao invés, ela foi a primeira governadora a solicitar a presença da Guarda Nacional para reforçar a patrulha na fronteira. Uma vez ela disse que “Você constrói um muro de 50 pés, alguém encontrará uma escada de 51”.
Além disso, seu Estado aprovou uma lei no último ano que requer que todos os comércios do Arizona usem o banco de dados federal, E-Verify, que era a base do regulamento imigratório do Governo Bush, para confirmar que novos empregados contratados possuem ‘social security’ e qualificam-se para o emprego.
Seja em nível local ou nacional, a reação à sua indicação parece ser positiva mas por diferentes razões.
Para Elise Marciano, Presidente do Cidadãos dos EUA pelo Reforço da Lei, um grupo sediado em Danbury, “Ela parece estar ciente dos problemas na fronteira. É melhor do que quem está no cargo agora”, disse ela, adicionando, “Precisamos de segurança na fronteira – isto é o que precisamos neste país”.
Em nível nacional, os diretores da Fundação Americana de Leis de Imigração (AILF) e do Centro de Regulamentos Imigratórios (IPC), duas organizações que defendem a reforma imigratória abrangente com abertura para legalização, emitiu uma declaração conjunta aplaudindo a seleção da governadora como indicação para o cargo de Secretária do DHS, dizendo, “Napolitano tem sido uma voz de liderança pela reforma imigratória, incluindo medidas mais aprimoradas para segurança na fronteira e um sistema para tirar os imigrantes indocumentados das “sombras da economia”.
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