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Fabricantes da vacina de gripe sazonal questionados sobre suposta exploração de preços

Em 2 de novembro, escrevi para 13 fabricantes e distribuidores da escassa

vacina da gripe sazonal a respeito de alegaçes de investigação pelo meu gabinete de fixação de preços e tratamento preferencial para grandes varejistas.

A vacina da gripe sazonal está com abastecimento limitado primeiramente porque fabricantes de medicamentos a trocaram pela produção da vacina da gripe H1N1.

Meu gabinete recebeu reclamaçes sobre a vacina da gripe sazonal estar sendo vendida muito acima do seu preço normal, até $100 ou mais uma dose. Outras alegaçes incluem distribuidores e fabricantes descumprirem acordos de preço ao demandarem preços novos e mais altos para doses de pedidos já feitos, e distribuidores comprando vacinas de volta para revender com preços inflacionados.

A Visiting Nurse Association, médicos particulares, agências de serviços de emergência e outros reclamaram ao meu gabinete sobre receber uma pequena parcela da vacina da gripe sazonal solicitada.

Muitos expressaram preocupação de que redes de farmácia e outros grandes varejistas podem estar recebendo tratamento preferencial na distribuição da vacina.

Eu, que negociei com a Novartis para conseguir para várias VNAs de Connecticut o seu suprimento de vacinas integral, assim como duplicar suas doses para VNAs nacionais, peço aos quatro fabricantes e nove distribuidores para fornecer níveis de suprimento e preços, e explicar métodos e critérios de distribuição.

Meu gabinete está vigorosamente e agressivamente investigando alegaçes de exploração de preços e favoritismo na distribuição da vacina de gripe sazonal.

Uma vacina de gripe pode significar vida ou morte para idosos e doentes, exigindo que garantamos que suprimentos limitados sejam distribuídos igualitariamente a um preço justo. Exploração de preços ou distribuição preferencial de tais medicamentos que salvam vidas seria irresponsável e inaceitável. Eu processarei na extensão máxima da lei as empresas de advocacia ou indivíduos que procuram lucrar com a escassez da vacina de gripe sazonal.

A escassez da vacina não precisa prejudicar os vulneráveis. A necessidade - não exploração de preços ou poder de compra - deveria ditar a alocação do suprimento severamente limitado. Devemos garantir que essas vacinas potencialmente salvadoras estejam disponíveis para todos que realmente precisam delas.

Peço aos fabricantes e distribuidores de vacinas que detalhem preços, níveis de suprimento e critérios e métodos de distribuição para proteger contra favoritismo e exploração. Vou lutar para garantir que a escassez da vacina da gripe sazonal não se torne fatal - colocando potencialmente em perigo idosos e doentes - e para que todos que precisarem receber a vacina a recebam.

A respeito de suposta exploração de preços, meu ofício pede aos três fabricantes e os nove distribuidores de medicamentos:

•O quanto eles cobram pela vacina da gripe sazonal e quanto eles cobravam há três meses, seis meses e um ano atrás;

•A explicar por quê os preços subiram, se subiram;

•Se eles estão honrando os preços originais acordados antes da escassez da vacina de gripe sazonal;

•Se eles estão recomprando vacinas. Se estão, quanto estão cobrando e se eles estão tornando-as disponíveis para os consumidores com pedidos em aberto aos preços originalmente acordados?

A respeito de suposta distribuição preferencial de suprimentos limitados de vacinas, pergunto:

•Quantas doses de vacina de gripe sazonal eles têm e se têm expectativa dos suprimentos aumentarem antes do fim da estação da gripe e, se sim, quanto;

•Quais critérios e lógica eles usaram para alocar suprimentos limitados enviados até agora;

•Se garantiram reembolso a clientes que não receberam seus pedidos completos sem reduzir sua capacidade de solicitar doses adicionais se elas se tornarem disponíveis;

•Quais açes podem tomar para melhor garantir distribuição igualitária de suprimentos limitados de vacinas;

•Se podem doar vacinas para organizaçes de saúde beneficentes para garantir a vacinação de trabalhadores do serviço de saúde e dos que estão vulneráveis.

Os ofícios dão às companhias até 15 de novembro para fornecer as informaçes solicitadas.