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Aprendendo com os nossos erros em 2010 No Ano Novo, ao término das canções, fogos de artifício e brindes, muitos denós paramos para refletir sobre as nossas vidas. Consideramos e fazemos novos planos de ação para melhorar, enquanto prometemos para nós próprios que faremos o que for necessário para que no “próximo ano tudo seja diferente”. Mas esta celebração e reflexão não se tratam apenas de um acidente no calendário. O Ano Novo tem um sentido bem mais signifivativo, pois à medida em que reavaliamos nossa trajetória, pensamos também nas eventualidades que acontecem no mundo que nos rodeia e como estes incidentes afetam nossas vidas. Em 2009, nos deparamos com muitos desafios e obstáculos. Continuamos a testemunhar uma guerra avassaladora no Oriente Médio, conflitos religiosos resultando em milhares de mortes em nome de Deus, o índice de pobreza escalando em toda parte do globo, mais de 90 mil casos de gripe suína com inúmeras fatalidades em todo o mundo, o aquecimento global impussionando disastres naturais como o terremoto na Itália que devastou montanhas históricas e matou no mínimo 40 pessoas. E a lista continua crescendo. Em meio à névoa destes trágicos eventos, fica difícil recordar claramente as coisas boas nas quais nos apegamos para que tudo isso faça sentido. Nossa família e amigos são sempre motivos fortes para agradecermos a Deus. O fato de estarmos aqui, na terra das oportunidades, de termos alimento à mesa e um teto sob nossas cabeças são bençãos freqüentemente esquecidas. Todavia, a esperança e a fé tamb tem sido sentimentos verdadeiros. Apesar dos impasses sobre a reforma imigratória ainda serem manchetes, há esperança de que ela será uma das prioridades na próxima sessão do Congresso. Neste caso, ver Republicanos e Democratas trabalhando juntos é certa- mente um dos inúmeros objetivos e resoluções de Ano Novo para os grupos e defensores dos direitos dos imigrantes. Mas qual é o propósito de fazer planos e resoluções? Talvez, porque esta prática nos relembre de que nem tudo está perdido e que, como seres humanos, queremos lutar para viver e usufruir do nosso direito natural à vida, liberdade e busca da felicidade. No começo do novo ano, muitas pessoas aceitam, normalmente de forma implícita mais do que explícita, que a felicidade é proveniente da conquista de valores. Por isso é que decidimos ter uma vida mais saudável, ter mais compaixão pelo próximo e mais auto-confiança. Queremos desfrutar deste sentimento de que há um propósito para a vida, realizações e satisfação ao alcançamos certos valores. A felicidade é o verdadeiro motivo e propósito da vida. A passagem de ano, mais do que qualquer outra celebração, faz com que a conquista da felecidade se torne algo mais real e tangível. Todavia, temos que nos conscientizar de que não somos vítimas das circunstâncias, ou que estamos a mercê da sorte, e que temos total controle de nossas vidas. Por isso, com Deus em nossos corações podemos fazer as opções certas para alcançarmos as mudanças necessárias. Para alcançar felicidade é preciso abrir o seu coração e permitir a presença de Deus em sua vida. Não há um único objetivo ou resolução que possa ser conquistado sem a interferência de Deus, porque Ele é a luz e o centro de toda bondade na vida do ser humano. No Ano Novo, encha sua taça de champanhe com a abundância da vida e celebre seus valores, o aprendizado nos momentos de falhas, seus objetivos, suas resoluções e acima de tudo, a presença de Deus em seu coração. Que a paz possa reinar em toda parte do mundo e as pessoas serem mais tolerantes e generosas umas com as outras. Feliz Ano Novo a todos! |
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