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Firma de advocacia local tem legado duradouro

Por Emanuela Lima e Amanda Bloom
Tudo começou há meio século com um jovem advogado. Ele nasceu em Danbury e

Advogados Agostinho J. Ribeiro, Patricia M. Cruz, e Américo S. Ventura Advogados Agostinho J. Ribeiro, Patricia M. Cruz, e Américo S. Ventura foi criado entre a crescente comunidade portuguesa. Seu pai e mãe eram ambos imigrantes da região nordeste de Portugal. Quando criança, trabalhando no mercado de seu pai português, Americo Ventura sonhava com mais. E nada podia impedi-lo de ser uma das primeiras crianças na comunidade de imigrantes portugueses local a se graduar na universidade. Depois de terminar seus estudos na Georgetown University e servir no Exército Americano, Ventura foi para a Boston University, para obter o grau em Direito.

Depois de se formar, Ventura não considerou a possibilidade de sucesso longe de casa. Foi aqui, em Danbury, que ele quis ser um advogado.

Ele foi de Promotor Assistente na corte municipal de Danbury a Promotor Chefe do Circuit Court do Estado de Connecticut.

Mais tarde, Ventura se tornou um membro fundador do Ventura, Ribeiro & Smith (VRS), um escritório de advocacia especializado em casos nas áreas de Acidentes Pessoais, Criminal, Probatório e Imóveis. Hoje, a VRS tem dezenas de advogados e 30 funcionários, e se tornou a maior firma de acidentes pessoais em Danbury, com escritórios adicionais em Bridgeport, Hartford, e na cidade de Nova York.

Em 2007, Ventura foi homenageado na Connecticut Bar Association por 50 anos de serviços no campo legal.

“Paixão pelo que fazemos”

Por trás da história de triunfo pessoal de Ventura e o sucesso da firma, está o legado da VRS – geração após geração eles ofereceram oportunidades para jovens e talentosos advogados com histórias de vida similares a crescer, atingir seu total potencial, e entender a importância de servir a comunidade que os ajudou a crescer.

O advogado Agostinho J. Ribeiro é parte desse legado. Nascido em Nova York de imigrantes portugueses, ele se mudou para New Milford, Connecticut com doze anos.

O advogado Ribeiro entrou no escritório de Americo S. Ventura em 1989, depois de graduar-se na New York Law School.

Ele foi admitido na ordem dos advogados de Connecticut e New York em 1990 e um ano depois, formou uma parceria com Ventura, estabelecendo o que é hoje a VRS Attorneys at Law. Ele é atualmente o sócio-gerente do escritório e se concentra em casos de Acidentes Pessoais.

Ribeiro representou e chegou a acordos com sucesso mais de 5.000 casos civis, muitos com valores que excedem $1.000.000,00.

Em 1992, o advogado Ribeiro abriu uma sede do escritório no World Trade Center na cidade de Nova York, onde se concentrou em litigação da Corte Federal.

Depois de 11 de setembro de 2001, Ribeiro e o escritório representaram vítimas do desastre no World Trade Center pro bono. O escritório foi homenageado nacionalmente por seus esforços voluntários nesta questão.

Mas assim como Ventura, Ribeiro tem uma paixão pela cidade de Danbury e suas raízes culturais. Ele é fundador e o primeiro Presidente do Portuguese Cultural Center (Centro Cultural Português) em Danbury e serve como Comissário do Conselho do Downtown City Center.

“Como um escritório de advocacia, entendemos a importância de devolver às comunidades a que servimos, seja fazendo trabalho voluntário ou defendendo os direitos dos nossos clientes com diligência e honestidade, alcançando os melhores resultados possíveis para aliviar suas angústias”, disse Ribeiro.

“Todos os nossos advogados são apaixonados pelo que fazem”.

A mesma paixão pela lei que Ventura viu em Ribeiro em 1989, Ribeiro novamente viu em outros advogados à medida em que entravam para a VRS, mais recentemente em Patricia Cruz. Uma voz para aqueles que

não podem falar

A história de determinação, realização e humanismo de Patricia Cruz tem origem em alguns diferentes cenários. Cruz nasceu em Portugal e cresceu em Danbury. Ela lecionou e estudou no seu condado de origem, e eventualmente freqüentou a escola de Direito em Michigan. Ela agora trabalha como litigadora civil aqui em Danbury no escritório de Ventura, Ribeiro e Smith, especializando-se em casos de acidentes pessoais para que possa ajudar àqueles que têm uma grande necessidade dos serviços de um advogado. Ela também é voluntária no Centro Cultural Português de Danbury.

“Vítimas prejudicadas frequentemente não têm para onde ir”, disse Cruz em uma entrevista por telefone. “Seu seguro não os está ajudando, e atualmente eles estão lutando contra a economia”. Cruz trabalha especificamente com vítimas da comunidade de imigrantes que precisam ainda mais de assistência: “Eles não só estão machucados, mas geralmente eles não falam o idioma”, afirma.

Cruz é fluente em inglês, francês e português. Depois de freqüentar a escola pública em Danbury, ela recebeu seu grau em 2004 nas línguas francesa e inglesa e literatura da Universidade Católica de Portugal.

Ela voltou a Danbury nas férias de verão para continuar trabalhando na VRS, onde ela tinha garantida uma posição de secretária como estudante no ensino médio.Depois de se formar na faculdade, Cruz ensinou francês e inglês em uma escola média em Portugal por um ano, e retornou para Danbury em 2005. Ela foi promovida a escrivã na VRS e ensinou português na Igreja Immaculate Heart of Mary na Deer Hill Avenue.

Cruz freqüentou a Thomas M. Cooley Law School em Michigan, optando por um programa acelerado que corta um ano dos três que normalmente leva para conseguir um grau em Direito. Ela se formou cum laude e foi convidada para publicar seu artigo, “Aliança Abigail para Melhor Acesso a Drogas em Desenvolvimento vs. Von Eschenbach: Existe o Direito de Viver?” no T.M Cooley Law Review de dezembro de 2008.

The Abigail Alliance é um grupo dedicado a fornecer a doentes terminais melhores opções de remédios e tratamento. O artigo de Cruz apoiava os esforços do grupo para dar a pacientes terminais acesso a drogas que não tenham sido totalmente aprovadas pela FDA (Administração Federal de Regulamentação de Drogas), mas passaram pelas fases um e dois, julgando que as drogas são

seguras, mas não necessariamente eficazes.

“A aprovação da FDA é um processo lento”, explicou Cruz. “Com os doentes terminais, não há tempo a esperar ou gastar. Suas vidas podem ser estendidas em um dia, uma semana ou um mês com essas drogas. É uma questão de direito de viver, de direito civil”.

Doentes terminais podem ter acesso a drogas experimentais por via clínica, mas o processo consome tempo e não é nada privado. Infelizmente, a Suprema Corte não aprovou o pedido do Abigail Alliance pelo acesso às drogas, mas Cruz continua a fazer a sua parte em trabalhar para aqueles com pouca saúde ou sem os recursos que precisam para se defender a si próprios.Cruz passou na ordem dos advogados no último fevereiro depois de se graduar da Cooley em setembro de 2008 e foi jurada advogada em junho.

Cruz sabia que queria ser uma advogada desde cedo, e apesar de ter tomado um percurso direto para exercer o direito, ela diz que às vezes a vida pode levar a caminhos inesperados. Ela atribui seu sucesso ao trabalho duro, determinação e assumir suas raízes humildes.

“Há uma ótima oportunidade nesse país”, disse ela. “No final, tudo vale a pena; mais cedo ou mais tarde seus sonhos se tornam realidade”.




CONSULADO ITINERANTE EM DANBURY