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Não Espere, Vacine: Proteja Seus Filhos de Doenças Mortais

Por StatePoint

Traduzido por Frederico Alberti

Pode parecer que doenças como poliomielite, sarampo e coqueluche são coisas do passado. Mas o surto de sarampo de 2014-2015 é um lembrete que esses vírus ainda circulam e crianças que não estejam imunizadas estão em risco.

Durante a Semana Nacional de Imunização Infantil, entre 18 e 25 de abril, os pediatras destacam a importância de proteger nossas crianças mais vulneráveis ​​de doenças infecciosas.

“Uma das decisões mais importantes que vocês podem fazer como pais é imunizar seus filhos contra doenças”, diz Sandra G. Hassink, MD, FAAP, presidente da Academia Americana de Pediatria. “É melhor imunizar seu filho na hora certa, de acordo com o calendário de vacinas recomendado. Essas doenças são imprevisíveis, e nunca sabemos quando irá aparecer em nossas comunidades.”

Proteção começa cedo

A Academia Americana de Pediatria, a Academia Americana de Médicos da Família e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças recomendam que as crianças sejam imunizadas contra 14 doenças que podem ser prevenidas no momento em que completam dois anos de idade. As mães podem inclusive começar a proteger seus filhos antes mesmo de eles nascerem.

“A proteção de seu recém-nascido deve começar durante a gravidez. As crianças não recebem a primeira dose da vacina contra tétano, difteria e coqueluche até que eles tenham dois meses de idade, e eles não podem receber a vacina contra gripe até seis meses. Quando as mulheres grávidas são imunizadas com essas vacinas, a proteção se estende a seus bebês”, diz Hassink. Os pais também podem incentivar as suas famílias a serem vacinadas contra a gripe e coqueluche (também conhecida como tosse convulsa), fornecendo um casulo de proteção ao redor do recém-nascido.

Siga o Cronograma

Seu pediatra irá delinear o esquema recomendado de vacinas. A primeira vacina é contra a hepatite B, que os bebês normalmente recebem um ou dois dias após o nascimento. O primeiro ano do seu filho também deve incluir imunização contra influenza, coqueluche, difteria, tétano, rotavírus, pneumocócica, poliomielite e influenza Haemophilus tipo b (Hib).

O esquema de imunização foi cuidadosamente pensado para que as crianças recebam cada vacina quando ela produz o melhor efeito em seu sistema imunológico e quando a criança é mais vulnerável a uma doença específica. Atrasar vacinas significa atrasar a proteção contra essas doenças. Fale com o seu pediatra se você tiver dúvidas sobre as vacinas do seu filho.

Lágrimas fáceis

Embora as vacinas possam causar desconforto, a maioria dos bebês acalma-se rapidamente ao ser carregada pelos pais e ouvir suas vozes tranquilizadoras. Amamentar durante ou imediatamente após a vacinação pode proporcionar um alívio significativo. Alguns pediatras podem oferecer remédios, como um spray de arrefecimento ou creme anestésico tópico.

Vacinas combinadas incluem até cinco vacinas em uma única seringa, por isso são necessárias menos agulhas. Lembre-se, qualquer desconforto que seu bebê sinta é vivido como um evento único, mesmo se ele ou ela recebe vacinas múltiplas. Dividir vacinas ao longo de várias visitas só aumenta o número de vezes que o bebê sente dor, além de deixar seu bebê mais tempo desprotegido.

“Bebês são especialmente vulneráveis ​​a doenças infecciosas. Seguir o esquema de imunização recomendado garante que ele estará protegido o mais rapidamente possível “, disse o Dr. Hassink.

Saiba mais sobre imunizações de bebês e crianças no www.healthychildren.org.

Assim como você nunca sai de casa sem colocar seu bebê em uma cadeirinha no carro, você deve sempre proteger seu filho de doenças infecciosas.

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