Share

Preparar Seu Próprio Funeral Ajuda os Entes Queridos que Ficam O Danbury Memorial te ajuda a analisar opções de funeral com antecedência

Este post também está disponível em: Inglês, Espanhol

Por Abigail Delgado

Traduzido por Frederico Alberti

Quando os imigrantes vêm viver nos Estados Unidos, pensam em todas as possibilidades que os aguardam: um trabalho melhor, uma casa melhor e a capacidade de dar a seus entes queridos uma vida melhor. A morte não é a primeira coisa em seus pensamentos, ela é algo que acontece com os outros, algo que vemos no noticiário, que nos faz sentir mal por aqueles que não tiveram a chance de ver a luz do dia seguinte.

No entanto, preparar a forma como você quer ser lembrado quando deixar este mundo não é uma ideia tão ruim ou mórbida, especialmente quando o custo médio de um funeral pode chegar a US$ 8.000. E se você não tiver planejado com antecedência, seus entes queridos terão que pagar a conta.

Confessor Rodriguez, que possui certificado como agente funerário e embalsamador, e é proprietário do Danbury Memorial and Cremation Services LLC, explica que aqueles que nasceram em outro país possuem três opções sobre como lidar com seus preparativos para o funeral. Um deles é o repatriamento, processo no qual o falecido é enviado de volta ao seu país, o que, de acordo com Rodriguez, custa em média US$ 5.500 mil (dependendo do país de origem), sem considerar o custo de serviços funerários adicionais como cerimônia ou embalsamento do corpo. Esse processo exige também uma burocracia significativa e não é rápido.

Se esta é uma opção que você consideraria, é preciso pensar em alguns fatores, como ter um membro da família disposto a lidar com os preparativos do seu funeral no país de nascimento. Além disso, é importante pensar onde você se vê no futuro. “Antes de decidir se quer enviar o seu corpo de volta para seu país ou enterrá-lo nos Estados Unidos, você tem que se perguntar: Desejo que meus entes queridos prestem homenagens e visitem meu túmulo?’”, explica Rodriguez. Ele tem visto muitos casos de clientes que optaram por ter seus corpos enviados de volta para suas cidades de origem mas não perceberam que seus entes queridos, residentes nos Estados Unidos, nunca mais conseguiriam visitá-los e prestar suas homenagens.

A segunda opção é ter um serviço funerário convencional, o que incluiria a consulta, coordenação do serviço, transporte do corpo, o uso das instalações da casa funerária, caixões e urnas. O preço médio dos serviços funerários na região de Danbury pode chegar a mais de US$ 7.500 dependendo do tipo, e isso não inclui o preço do terreno no cemitério de sua escolha. Mesmo a opção menos cara pode custar cerca de US$ 3.500.

A terceira alternativa é a cremação, processo no qual o corpo é reduzido a cinzas, e é amplamente criticado por muitos latinos devido razões religiosas e culturais.

De todas as opções, a cremação é a mais acessível e pode custar uma média de US$ 3.000. “A maioria das pessoas que decidem cremar é devido ao custo. Abri esta casa funerária porque eu quero que as pessoas tenham o que desejam e de forma acessível”, disse o proprietário do Danbury Memorial.

Rodriguez, que tem mais de 20 anos de experiência, sempre teve uma visão diferente de como uma casa funerária deve funcionar. “Por muitos anos eu sugeri aos meus empregadores para atualizar seus serviços e oferecer algo além de quartos escuros e frios, mas eu cansei de não ser ouvido”, explicou o empresário, que quer mudar a maneira como os funerais são organizados. O Danbury Memorial está distante de uma casa funerária típica. Aqui, você vai encontrar quartos claros, abertos, acolhedores e confortáveis, TVs de plasma, banheiros para deficientes, Wi-Fi e Skype para as pessoas interagirem com os membros das suas famílias que não podem estar presentes.

No Danbury Memorial and Cremation Services você também tem a opção de decidir com antecedência o que você quer e pagar seu próprio funeral em parcelas. De acordo com Rodriguez, ele está empenhado em dar às pessoas um serviço novo, moderno e acessível, não só para quem morre, mas também para aqueles que ficam e têm que lidar com a dor e sofrimento de uma perda. “Eu comecei neste negócio graças a um amigo e eu fiquei porque eu gosto de ajudar as pessoas. Perdi meu pai quando eu era muito jovem e sei como uma pessoa que perdeu um membro da família se sente. Eu estou aqui para elas”, disse.

Leave a Comment